18 de janeiro de 2026
Polícia Civil avança no inquérito sobre o assassinato de Fabrício Gomes de Santana, identificado enterrado em sítio no município Reprodução
Corpo do policial militar Fabrício Gomes de Santana foi identificado enterrado em um sítio em Embu-Guaçu
A Polícia Civil prendeu na sexta-feira, dia 16, o quinto suspeito de participação no óbito do policial militar Fabrício Gomes de Santana, identificado enterrado em um sítio em Embu-Guaçu. O homem, de 33 anos, foi detido em um apartamento no Parque São Lucas, na zona leste da capital, durante o cumprimento de mandado de prisão temporária expedido através da Justiça.
Conforme a Secretaria da Segurança Pública, o suspeito foi orientado ao 1º DP de Itapecerica da Serra, responsável através da apuração do caso. O inquérito investiga as circunstâncias do desaparecimento e da morte do policial.
O policial foi visto através da última vez em 7 de janeiro, em uma adega na zona sul de São Paulo. Conforme a investigação, ele teria se envolvido em um desentendimento no local, possivelmente com um homem ligado ao tráfico de drogas. Registros de câmeras de segurança ainda são analisados para reconstruir os acontecimentos.
No dia seguinte ao desaparecimento, o veículo do policial foi identificado completamente carbonizado em uma área de mata de Itapecerica da Serra. Dias depois, as equipes localizaram o corpo enterrado no sítio em Embu-Guaçu, o que reforçou a hipótese de que o PM tenha sido submetido a um tribunal do crime antes de ser morto.
Até o momento, além do suspeito apreendido, outras três pessoas foram detidas no dia 9 e apontadas como as últimas a manter contato com o policial. O dono do sítio onde o corpo foi identificado foi apreendido no dia 11. O caseiro do local chegou a ser detido, mas acabou liberado depois de a polícia concluir, em análise preliminar, que não existiu participação direta no crime.
A Polícia Civil continua com a coleta de depoimentos e análise de provas técnicas para esclarecer a dinâmica do homicídio e reconhecer todos os envolvidos.
Fonte: O Taboanense


